uma aula de CPC

Data 28/10/2006


Hoje na sala
de aula aprendi
que agimos
diferentes
ao ir do físico
para o mundo extrafísico.
Nesta outra dimensão somos originais,autênticos, somos o que somos e vivemos. Nesta outra dimensão, não há mentiras, nem tem como esconder o que somos de verdade, porque não há máscaras. E a projeção lúcida nos proporciona isso: conhecer quem somos e aos demais do nosso grupo evolutivo.
Aprendemos até onde devemos ir... e até onde devemos respeitar a vontade do outro depois de respeitar nossa vontade. Nem sempre é fácil viver cada momento destes na realidade da vida intrafísica...

Outra coisa que aprendi foi que as vezes aceitamos certas condições em nossos relacionamentos por causa de algum "ganho secundário" (de onde tiramos algum proveito) e não o verdadeiro "ganho real". As vezes penso que eu esteja tendo este "ganho secundário" alimentando e sustentando esse sentimento que me invadiu talvez por carência afetiva do qual já estava até acostumando. Acreditando talvez com quem eu esteja que seja a minha dupla (parceiro para a evolução onde não há competição, onde ambos se ajudam para a evolução um do outro). No Manual da Dupla diz que a gente só fica e encontra com a dupla quando se tem merecimento, provavelmente não estamos merecendo. E também tem o outro lado, as vezes um dos pardceiros da dupla ainda não está pronto para a evolução e então a outra parte da dupla arruma outro parceiro temporário.

Nem sempre é fácil seguir o caminho que escolhemos e nem tudo aquilo que queremos e que gira a nossa volta é real. Quando aprendemos a lidar com energias, sentimos quando as pessoas são verdadeiras amigas, companheiras, mas também aprendemos como lidar com elas. Você fez isso sozinho sem ter o conhecimento soube contornar uma situação e nesse caso você, de uma certa forma, ajudou um ser a evoluir.

Agora tem situações que ao invés de "libertar" o ser, você o "amarra" criando
situações de dependência (energética, psíquica e outras). Onde podemos observar
duas situações:
1. Você cria a dependência por auto-corrupção para não assumir certas condições ou atitudes e o outro aceita a dependência pelo mesmo motivo.
2. Você aceita a dependência do outro por sentimento de culpa (no passado ou em outra existência não cuidou de alguém que deveria e se submete para "apagar" o sentimento do não ter feito).

Temos de descobrir o porque precisamos um do outro perguntando e respondendo a si mesmo: Preciso dele(a) porque ele(a) faz ..... e ele(a) precisa de mim porque eu faço .... Eu preciso dele(a) porque eu quero que .... e ele(a) precisa de mim porque ele(a) quer que eu.... e assim por diante. Depois de responder essas questões fazer um crítica e avaliar.
As vezes precisamos tirar o chão de algumas pessoas para elas evoluírem... só que não temos forças para isso porque somos egoístas e não queremos (deixamos) que o outro evolua.

Na aula ainda, o exemplo citado foi de uma mãe que tinha uma filha cega e culpava o marido por ela não exercer a profissão de advogada. A filha tem 30 anos e todos os outros sentidos funcionando perfeitamente e era totalmente dependente da mãe até para usar o banheiro. No exemplo a mãe não deixou a filha desenvolver todas as faculdades possíveis e é mais fácil por a culpa no marido e não nela que não deu condições para a filha se virar sozinha, ela é quem queria a filha dependente dela como desculpa para não exercer a advogacia.

O exemplo positivo, foi o caso de um menino que nasceu sem membros superiores e inferiores e a mãe disse-lhe: você vai ter de se virar não vou viver toda a vida te sustentando. Hoje tem 11 anos e é campeão mundial de xadrez. (Ele é de Brasília). Ele fez uso da única coisa que lhe restava: O cérebro.

Nem sempre é fácil aceitar toda a verdade. Aceitar a realidade é apenas um passo.
O fácil torna-se difícil, o difícil torna-se complicado.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog