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construção humana

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24/04/2009 Até se "pegar" ou "entender" a técnica de sair do corpo em rotação, a sensação é que estamos "tortas", "retorcidas" (para vocês perceberem que nosso psicossoma.... é bem perceptível). Demorei-me em fazer o EV, não conseguia me concentrar, porque pensenizava muito sobre a técnica de rotação... se ia conseguir ou não era outro dilema... mas tinha que tentar... Eu estava deitada de lado, diferente das outras vezes em que me deito em decúbito dorsal para facilitar a PL (Projeção Lúcida). Consegui então sair... não em rotação como fora proposto, mas na direção lateral e pela direita. Logo me encontrei na era medieval... eu buscava um texto que fora escrito em outros tempos por mim mesma, localizei-o (detalhe: não consegui ler o texto). Me perdi e também acabei me esquecendo do texto. Naquele lugar estava próxima de um fosso de um castelo, andei e percebi os detalhes das pedras... em como eram colocadas para enfrentar o tempo, as guerras e ...

cobras....

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mergulho no rio água límpida e aquecida pureza, conforto... vejo cobras de todos os tamanhos de todas as cores de todos os tipos... começo a selecioná-las deixo as não peçonhentas entrar em um recepiente mas são tantas... não posso mais mergulhar no rio há cobras demais não é mais seguro...

o que sou?

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direito de ir e vir: meu carro, onde está? buscas na casa de paredes alvas... por chaves? alguém? sapatos, pés de alguém dependurado (quem?) fujo porta a fora busco socorro... outros vem acudir por outra porta volto procuro chaves? alguém? vejo um bebê, fome, pedra e frio, agasalho, cuido, alimento... quem realmente sou? um pedaço de cada um? cada um conta uma história presto atenção... o que tenho de mudar? .

outros mundos....

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07/05/2009 atravessando o firmamento... espaço estelar... conheci lugares inacreditáveis, cores indescritíveis.... planetas inexplicaveis... chão gelatinoso de cor verde-laranja e avermelhado.. ele afundava meus "quase pés" por que eu não os via e nem sentia que os tinha... vi outros "mundos" com muitas cores, onde o sol, não era o nosso, era tão diferente inclusive nas cores que emanavam tons lilases... associei com flores de jardins bem cuidados... não percebi consciencias... somente natureza... e energia imanente... vindo de todos os lados... ao retornar ao campo projetivo, ainda estava embriagada com a viagem interespacial e toda a energia da sala era colorida com cores próximas ao arco-íris... só que em borrões mesclados de uma paleta de pintor... sentia que aquela "visão" ia se dissipando aos poucos e ficando de um denso totalmente esbranquiçado-leitoso. Escola de Projeção Lucida. Tema: Criticidade - Atributos do Mentalsoma.

negro como a noite sem estrelas...

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07/05/2009 . o lugar onde me encontrava era uma praça de uma cidadezinha do interior, onde tudo era verde com belas paisagens com uma árvore frondosa bem à minha frente. . num instante vi o chão se abrir-se como uma grande cratera de um vulcão, tudo fica escuro e negro como a noite.... . e eu com tudo o que havia na praça fui sugada para dentro do que agora mais se parecia com um buraco negro, que ia sumindo e levando todas as cores ao redor... Escola de Projeção Lucida. Tema: Criticidade - Atributos do Mentalsoma.

insight

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07/05/2009 . com teus próprios pés trilhará teu caminho ninguém o fará por você . com tuas próprias experiências aprenderá a conhecer as saídas . vale a pena enfatizar o "buscai e obterás" "façais e libertarás" Escola de Projeção Lucida. Tema: Criticidade - Atributos do Mentalsoma. (21:54hs)

acampamento

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Estou a observar um ambiente de trabalho, neste local, ao invés de cadeiras comuns, há poltronas confortáveis, na cor branca. Este ambiente está com várias consciências que andam de um lado para o outro. Percebo que está ocorrendo um alagamento, entra muita água e começa a molhar as poltronas. A responsável pelo setor está aparentemente tranquila até perceber que seus sapatos estão molhando. Ao longe há um acampamento com muitas barracas. Vou na direção deste acampamento e no meio do caminho encontro com um colega que está vindo de lá. Olho para seus pés, está com meias na cor marrom e cuturnos pretos, depois reparo a roupa que apesar de não ser militar é de camuflagem e eu lhe pergunto o porque dele estar vestido daquela forma. Ele me esclarece, que é um jeito das pessoas não perceberem ou não saberem ao certo o que ele vai fazer no ambiente que no momento está alagado. (Extrafísico - semi-consciente)