Ninguém sai
No cais, no porto da Venezuela, cadastro de pessoas homens armados de um lado no outro, algo que penso em ser meu lar... Alguém que está comigo em uma festa que está rolando... mulheres, homens, militantes, bebidas, risos... Observo que é uma festa, mas não há som e as pessoas falam baixinho... quase aos cochichos... Tento ir para minha casa mas tem barreiras, dou uma volta enorme, pois conheço outros caminhos como um labirinto fosse tento chegar, No caminho encontro com uma criança que está vendendo amendoim olho em seus olhos e ela me fala que tem dor de garganta, aviso que não tenho como ajudá-la e pergunto: você sabe onde está? ela se afasta apontando para a garganta. A rua está deserta e chego a uma rampa que dá acesso ao navio-cargueiro, entro por um corredor, que tem uma estante, tendo andar pelos corredores apertados ouço passos apressados de alguém que respira pesado A noite é escura, não há luzes, só um pouco que vem de longe e a lua, o c...