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Resiliencia x Ancestralidade

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Em um mundo repleto de desafios e reviravoltas, surge a questão fundamental: quem entre nós possui a resiliência necessária para enfrentar e dissipar os karmas que permeiam nossa ancestralidade? A resiliência, nesse contexto, transcende a mera capacidade de resistir às adversidades do presente; ela se torna um chamado profundo para confrontar as heranças do passado. Assumir a responsabilidade de limpar os karmas ancestrais é um ato de coragem e autotransformação. É reconhecer as correntes invisíveis que nos ligam a padrões do passado e, com determinação, desfazê-las. A jornada requer introspecção, compaixão e um compromisso inabalável com o próprio crescimento espiritual. Aqueles que se aventuram nesse caminho desafiador descobrem a força interior necessária para transcender ciclos repetitivos de sofrimento, abrindo espaço para a cura e a evolução. Ao limpar os karmas ancestrais, não apenas liberamos a nós mesmos, mas também contribuímos para o bem-estar das gerações futuras. Port...
“Podemos convencer os outros com as nossas razões, mas só os persuadimos com as razões deles.” Joseph Joubert
Passei a vida inteira estudando uma forma de ENTENDER o meu dilema, sem se importar com o que os outros pensavam sobre mim.

a vida é uma brincadeira

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DATA: 05/09/2006 3ª Comunicologia: Telepatia Vários adultos, alguém muito especial e crianças brincando com fantasias coloridas, máscaras de papel machê e chapéus que trocavam entre si, eles se divertiam e sorriam. Vi meu filho que estava a se divertir também. Este estava de paletó e gravata, mas as calças e sapatos eram de palhaço. O lugar era um anfiteatro com palco e poltronas para o espetáculo, mas no decorrer da apresentação foi se transformando em um casarão dos antigos com vários níveis e escadas onde os ‘atores’ se apresentavam. A alegria aqui imperava. Haviam fitas que desciam do teto parecido com os circos que conhecemos. Extrafísico(projetada – semi-consciente)

Desmistificando a Tenepes

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O tempo passava e eu não me decidia a fazer a Tenepes direito, fazia a título de experiências em dias alternados em diversos horários e as vezes sem cumprir a hora inteira, isso até a última sexta-feira quando determinei a dar início da minha Tenepes... 1º Dia: Sentei-me em minha poltrona (comprada já mais de ano para realizar a Tenepes) cobri-me com um cobertor leve para que o soma não sentisse frio, silêncio, fechei-me no quarto. Marquei no relógio para despertar dali a uma hora. Dei início a MBE - Mobilização básica de energias, estava um pouco tensa e aos poucos fui relaxando, parecia que tinha ido para o Pólo e que estava em uma aula da Escola Projetiva, na cadeira. Sentia todos os movimentos da energia que começava a se espalhar pelo quarto. (obs.: mantenho ele com a blindagem energética há quase dois anos). Fiz todos os exercícios que normalmente fazemos no início da Escola Projetiva na 1ª fase do II módulo. Não achei complicado, nem difícil e aquela sensação de frio no e...

Ninguém sai

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No cais, no porto da Venezuela, cadastro de pessoas homens armados de um lado no outro, algo que penso em ser meu lar... Alguém que está comigo em uma festa que está rolando... mulheres, homens, militantes, bebidas, risos... Observo que é uma festa, mas não há som e as pessoas falam baixinho... quase aos cochichos... Tento ir para minha casa mas tem barreiras, dou uma volta enorme, pois conheço outros caminhos como um labirinto fosse tento chegar,  No caminho encontro com uma criança que está vendendo amendoim olho em seus olhos e ela me fala que tem dor de garganta, aviso que não tenho como ajudá-la e pergunto: você sabe onde está? ela se afasta apontando para a garganta. A rua está deserta e chego a uma rampa que dá acesso ao navio-cargueiro, entro por um corredor, que tem uma estante, tendo andar pelos corredores apertados ouço passos apressados de alguém que respira pesado A noite é escura, não há luzes, só um pouco que vem de longe e a lua, o c...

nua pelas ruas

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quem nunca sonhou que estava andando na rua, sem roupas? estava com uma toalha de banho enrolada, olhei para os lados e eu estava em uma rua... a toalha cai no susto e entro no prédio em frente, quando uma mulher me pega pelo braço e me força a entrar em uma sala, olho para ela assustada, era uma enfermeira.. a enfermeira manda que eu deite na maca e, logo vem com um lençol e me cobre, as portas se abrem e entram dois enfermeiros de repente estou atordoada, porque me levam para a sala de cirurgia, e eu tentava falar, gritar porque aquilo tudo era um engano, mas eu não conseguia, adormeço.... mais tarde, abro os olhos e está muito claro estou deitada, e sinto dores, dou uma olhada embaixo dos lençóis e vejo um corte e minhas entranhas.... grito e logo aparece uma enfermeira pergunto se não iam dar pontos no corte... no que me estende gases ela pede para eu segurar em cima logo me viro para o lado sinto dor no local que eu estava apertando Acordo! Imagem de...