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a vida é uma brincadeira

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DATA: 05/09/2006 3ª Comunicologia: Telepatia Vários adultos, alguém muito especial e crianças brincando com fantasias coloridas, máscaras de papel machê e chapéus que trocavam entre si, eles se divertiam e sorriam. Vi meu filho que estava a se divertir também. Este estava de paletó e gravata, mas as calças e sapatos eram de palhaço. O lugar era um anfiteatro com palco e poltronas para o espetáculo, mas no decorrer da apresentação foi se transformando em um casarão dos antigos com vários níveis e escadas onde os ‘atores’ se apresentavam. A alegria aqui imperava. Haviam fitas que desciam do teto parecido com os circos que conhecemos. Extrafísico(projetada – semi-consciente)

Desmistificando a Tenepes

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O tempo passava e eu não me decidia a fazer a Tenepes direito, fazia a título de experiências em dias alternados em diversos horários e as vezes sem cumprir a hora inteira, isso até a última sexta-feira quando determinei a dar início da minha Tenepes... 1º Dia: Sentei-me em minha poltrona (comprada já mais de ano para realizar a Tenepes) cobri-me com um cobertor leve para que o soma não sentisse frio, silêncio, fechei-me no quarto. Marquei no relógio para despertar dali a uma hora. Dei início a MBE - Mobilização básica de energias, estava um pouco tensa e aos poucos fui relaxando, parecia que tinha ido para o Pólo e que estava em uma aula da Escola Projetiva, na cadeira. Sentia todos os movimentos da energia que começava a se espalhar pelo quarto. (obs.: mantenho ele com a blindagem energética há quase dois anos). Fiz todos os exercícios que normalmente fazemos no início da Escola Projetiva na 1ª fase do II módulo. Não achei complicado, nem difícil e aquela sensação de frio no e...

Ninguém sai

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No cais, no porto da Venezuela, cadastro de pessoas homens armados de um lado no outro, algo que penso em ser meu lar... Alguém que está comigo em uma festa que está rolando... mulheres, homens, militantes, bebidas, risos... Observo que é uma festa, mas não há som e as pessoas falam baixinho... quase aos cochichos... Tento ir para minha casa mas tem barreiras, dou uma volta enorme, pois conheço outros caminhos como um labirinto fosse tento chegar,  No caminho encontro com uma criança que está vendendo amendoim olho em seus olhos e ela me fala que tem dor de garganta, aviso que não tenho como ajudá-la e pergunto: você sabe onde está? ela se afasta apontando para a garganta. A rua está deserta e chego a uma rampa que dá acesso ao navio-cargueiro, entro por um corredor, que tem uma estante, tendo andar pelos corredores apertados ouço passos apressados de alguém que respira pesado A noite é escura, não há luzes, só um pouco que vem de longe e a lua, o c...

nua pelas ruas

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quem nunca sonhou que estava andando na rua, sem roupas? estava com uma toalha de banho enrolada, olhei para os lados e eu estava em uma rua... a toalha cai no susto e entro no prédio em frente, quando uma mulher me pega pelo braço e me força a entrar em uma sala, olho para ela assustada, era uma enfermeira.. a enfermeira manda que eu deite na maca e, logo vem com um lençol e me cobre, as portas se abrem e entram dois enfermeiros de repente estou atordoada, porque me levam para a sala de cirurgia, e eu tentava falar, gritar porque aquilo tudo era um engano, mas eu não conseguia, adormeço.... mais tarde, abro os olhos e está muito claro estou deitada, e sinto dores, dou uma olhada embaixo dos lençóis e vejo um corte e minhas entranhas.... grito e logo aparece uma enfermeira pergunto se não iam dar pontos no corte... no que me estende gases ela pede para eu segurar em cima logo me viro para o lado sinto dor no local que eu estava apertando Acordo! Imagem de...

Lembranças de uma vida

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Em 24.08.2010 O encontro que tive, o aprofundamento na cultura, e ainda, no estudo da língua espanhola, tem proporcionado reverberações e voltas ao passado seguidamente, uma delas foi a seguinte lembrança: O fato ocorrido foi no século XVI, era outono, estávamos em Córdoba, na Espanha, era uma estância. Uma criada minha, cozinheira, vestia vestido cinza e tinha um lenço na cabeça, hoje ela é ele, um grande amigo que conheci no CPC em 2002. A lembrança que tive ocorreu no momento em que ela segurava um pato que tinha acabado de capturar.. ela era bem jovem, com uns 12 ou 13 anos. Eu, homem naquela existência, estava em cima de um cavalo e estava rindo porque vi ela cair depois de correr atrás do pato até capturá-lo. Segurava-o nos braços, o pato todo desengonçado e ela pegando-o sem jeito. Ficava vermelha de raiva (do jeito que ele fica hoje) porque eu estava rindo dela, naquela situação. Naquele tempo eu, achava que era raiva porque o pato deu trabalho na captura... hoje se...

Sempre há luz

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Uma trilha em um campo vazio, anoitecendo, orvalho da noite chegando... alguém seguia à minha frente, de casaco com capuz, aumentei os meus passos e esse alguém também o fez... comecei a chamá-lo.... e na medida que me aproximava, percebo que ele não era ele, Ela cai numa poça de lama... corro para ajudar, quando ela me olha e logo nos reconhecemos.... ela começa a reclamar porque eu a havia assustado pois não sabia quem eu era... há um bar próximo e chegamos para que ela se limpe... o lugar era lúdico, com algumas aberrações, um circo, talvez, cortinas coloridas, roupas de todos os tons, um homem veio em nosso auxílio e nos atende prontamente, já nos trazendo opções de roupas... uma mulher surge com uma cabeleira loura com vestido longo, na cor lilás.... havia um colarinho em seu pescoço na cor branca feito babados do século XVI.... e que num piscar de olhos essa mulher se transforma, muda o cabelo, e seu vestido fica amarelo-dourado, faz poses, e pede que lhes tiremos fotos... ...
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Uma amiga, com seu vestido lembrava tempos do faroeste, na cor azul escuro, quase preto, ao longe cavalgava, eu em outro cavalo, andando pelo acostamento da estrada tentava alcançá-la. Ao chegar perto, pergunto-lhe onde vai ao que ela responde: estou indo buscar a medicação, então digo-lhe que também estou indo na mesma direção. Ela retorna o galope e vira em uma esquina. Prossigo meu destino, mas em outra direção. Chego em um estabelecimento onde alguém aparentando ser uma criança ainda, diz que é só a aparência pois na realidade era muito mais velha. Observei ela se retirando e percebi que era realmente mais velha. Preocupada com meu cavalo, olhei a janela para ver como eu o tinha amarrado. Havia local próprio para ele e ele me aguardava. Imagem de minha autoria.... local: Cittac, Escola de Equitação, Vicente Pires, Brasília (DF)